Arquivo da tag: Daniele Sampaio

13 Mar 2013

Selecionados para Curso de Elaboração de Projetos Culturais

 

Abaixo a relação de selecionados para o curso “ELABORAÇÃO DE PROJETOS CULTURAIS“, ministrado por Daniele Sampaio, no SESC Campinas. A oficina será realizada nos dias 23 e 24/03 (sábado e domingo) das 10h às 17h. Para confirmar a inscrição no curso, os selecionados devem enviar um e-mail até 18/03, reafirmando seu interesse,  para <contato@danielesampaio.com>. 

 

Nesta mensagem, é importante que o selecionado informe o nome que deverá constar no certificado do curso.

 

Lista de selecionados:
1-    Andrea Desiderio  
2-    Bruno Lelis
3-    Carol Vidotti
4-    Cassandra Ormachea
5-    Déborah Ascenção
6-    Diogo Angeli Theotonio
7-    Elaine Vilela
8-    Emilene Gutierrez
9-    Gabriel Coelho
10- Gláucia Costa Neves
11- Joice Portes
12- Júlica Scherer Sadi
13- Luciana Taynã P. Paschoini S. de Faria
14- Luiz Filipe Peña Gomes
15- Luiza Moreira Salles
16- Marana Delboni
17- Regina Fabiana Pantarotto
18- Stella Zagatto Paterniani

 

Caso alguma vaga não seja confirmada até o dia 18/03, serão convocados nomes da lista de espera, em 19/03. Abaixo, os primeiros 5 pré-selecionados na lista de espera.

 

Lista de pré-selecionados:
1-    Raquel Bedê
2-    Mariana Schiezaro
3-    Edson Buscarate
4-    Humberto Tozze
5-    Thayse Lucas Guedes De Souza

 

 

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28 Fev 2013

Curso de Elaboração de Projetos Culturais com Daniele Sampaio

 

Daniele Sampaio ministrará curso sobre “Elaboração de Projetos Culturais”, no SESC Campinas. O curso oferece noções gerais de produção e gestão de projetos culturais nas Artes Cênicas, priorizando os processos de elaboração, execução e pós- produção de trabalhos viabilizados pelo edital ProAC – Programa de Ação Cultural do Governo do Estado de São Paulo. Para tanto, o curso se pautará em atividades teóricas e práticas, problematizando questões tocantes à relação entre o processo de criação e a sua administração. Assim, tanto quanto fornecer instrumental para o aluno-participante viabilizar projetos culturais, espera-se contribuir para ao seu processo de formação como agente social da cultura.

 

O curso é gratuito. Os interessados deverão enviar uma carta de interesse para entre 01 e 10 de março. No dia 13, será publicada a lista com os selecionados e a lista de espera nos sites <www.danielesampaio.com> e <www.eduardookamoto.com> .

 

Serviço

Curso de Elaboração de Projetos Culturais com Daniele Sampaio
23 e 24 de março, das 10h às 17h, no SESC Campinas
Endereço: Rua Dom José I, 270/333. Bonfim. Campinas – SP
Informações: 19 3737.1500
INSCRIÇÕES GRATUITAS

 

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21 Dez 2012

2012, o ano em que o mundo não acabou.

 

Realizamos atividades e apresentamos espetáculos no Brasil e também na Polônia.

 

Um projeto especial abriu o ano: a segunda fase de “Agora e na Hora de Nossa Hora_18!”, no interior paulista, registrando um marco histórico – os mais de 18 anos da Chacina da Candelária: atingimos a maioridade deste debate social?     

 

No segundo semestre, a Mostra Travessias Poéticas reuniu Eduardo Okamoto, Grupo Matula Teatro, A Outra Companhia de Teatro e Grupo Peleja, apresentando espetáculos inspirados na obra de Mia Couto, em seis cidades de três estados brasileiros.

 

O ator Eduardo Okamoto ainda foi incorporado como docente da Universidade Estadual de Campinas e a produtora Daniele Sampaio como pesquisadora da Fundação Casa de Rui Barbosa, do Ministério da Cultura.  

 

Por fim, houve a estréia de “Recusa”, espetáculo da Cia Teatro Balagan em que Okamoto, como convidado, contracena com Antônio Salvador. A montagem foi reconhecida com o Prêmio APCA à dupla de atores, que também foi indicada ao Prêmio Shell, sendo, neste último, acompanhados por Maria Thais (Direção), Márcio Medina  (Cenografia) e Música (Marlui Miranda).     

 

“Recusa” tem semente na notícia sobre os dois últimos remanescentes da etnia Piripikura – um fim. Foram, porém, encontrados rindo na floresta – um apocalipse risonho. Depois, a equipe do espetáculo conheceu mitos ameríndios em que duplas de companheiros descem do céu e criam o mundo – o que parece fim pode ser começo.   

 

Em 2013, sejamos recomeço!   

 

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27 Mai 2012

Apresentação de “Agora e na Hora de Nossa Hora” na Polônia

 

Hoje, passada a adrenalina dos preparativos todos, posso dizer: tudo correu bem na apresentação de “Agora e na Hora de Nossa Hora” no 14. Międzynarodowy Festiwal TEATROMANIA, em Bytom, na Polônia. Felicidade!

 

Tivemos, aqui, uma linda equipe, afinada e apaixonada por teatro. Fomos carinhosamente bem recebidos! 

 


Teste de legendas minutos antes de “Agora e na Hora de Nossa Hora”

 

Pela primeira vez, usamos legenda na peça. Havia tensão a este respeito, dois dias antes. Nenhum de nós, brasileiros, poderia checar se havia sincronia entre a fala e o texto projetado em painéis. Mais uma vez, porém, fomos acariciados pela vida: encontrou-se uma tradutora, Agata, que, a despeito de ter apenas 25 anos, fala fluentemente polonês, inglês, espanhol e português! E português do Brasil! Por um ano ela morou em Curitiba e conhecia até mesmo gírias dos meninos de rua.  Assim, tudo funcionou, com os técnicos projetando em duas diferentes direções  os letreiros (uma necessidade pois o espetáculo é concebido como arena, com público em diferentes direções).       

 

Sendo a organização tão carinhosa, a recepção da peça pelo público não poderia ser diferente. Público atento. Havia, disseram-me os organizadores, grande excitação para ver uma produção brasileira. Isto ainda era potencializado por uma certa quebra de expectativa. Assim que se dizia que haveria, na programação, um trabalho do Brasil, logo se pensava nas imagens típicas do país: alegria, samba, carnaval, futebol e lindas mulheres. “Agora e na Hora de Nossa Hora”, porém, trata de uma de nossos maiores problemas sociais – a infância abandonada. “Foi bom conhecer um outro Brasil”, comentou uma espectadora.

 

Felicidade! Estamos realmente felizes por nossa participação no 14. Międzynarodowy Festiwal TEATROMANIA.     

 

 

 

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24 Mai 2012

O que vemos na Polônia: “Dźwiękowiązałka”

 

Estamos na Polônia, onde, na sexta-feira, dia 25, apresentamos “Agora e na Hora de Nossa Hora” no 14. Międzynarodowy Festiwal TEATROMANIA. 

 

Aproveitamos nossa estada para conferir o trabalho de artistas de outros cantos.  Hoje, a curiosa apresentação de Sambor Dudziński, músico e performer polonês que apresentou o espetáculo “Dźwiękowiązałka”. O mult-instrumentista toca, canta e se move pelas ruas do centro da cidade num grande veículo, misto de carroça e bicicleta. Faz mais: improvisa, pedindo que o público sugira textos a serem cantados. Assim, compõe novas obras, misturando referências, textos, canções.

 

 

 

A produtora de “Agora e na Hora de Nossa Hora”, Daniele Sampaio, entrou no jogo e sugeriu a tradicional canção brasileira: “Cai, Cai, Balão”. E Sambor Dudziński improvisou o texto da canção tradicional tendo “Ave Maria”, de Gound, como base. 

  

Hoje, iniciamos os preparativos para a apresentação de “Agora e na Hora de Nossa Hora”: montagem de luz e cenografia. O trabalho deve entrar madrugada adentro.

 

 “Agora e na Hora de Nossa Hora” em Bytom (Polônia)
Teatromania 2012
Mais informações: http://www.teatromaniafestiwal.pl/ 

 

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21 Mai 2012

36 – A Polônia é nóis!

 

Pés na estrada. Em 27 de novembro de 2011, encerramos a primeira fase do projeto “Agora e na Hora de Nossa Hora_18″, realizando, no SESC Pompéia, 18 sessões  de “Agora e na Hora de Nossa Hora” na capital paulista. Ali, eu postava, neste blog, “Um Homem na Estrada”. Assim, emprestava a música dos Racionais Mc´s para indicar que, fechado um ciclo, um novo se abria: a segunda fase do projeto com iguais 18 sessões do trabalho em 07 cidades do interior paulista.  

Em 18 de maio de 2012, concluímos, enfim, os trabalhos do projeto, registrando em andanças os 18 anos da Chacina da Candelária. E, claro, novo ciclo se abre: a participação de “Agora e na Hora de Nossa Hora” no XIV Międzynarodowego Festiwalu Teatromania 2012, na Polônia. Na abertura de tudo, sabemos, movimento; no seu encerramento, igualmente, pés na estrada. Seguimos, caminhando e nos fazendo em nossos caminhos.

 

Na Polônia, a imprensa tem noticiado assim a nossa apresentação: ”(…) możemy być pewni, że ten spektakl zapadnie nam na długo w pamięci.” Isto quer dizer mais ou menos o seguinte: “Podemos ficar confiantes de que esse desempenho ficará gravado na nossa memória.” Frio na barriga. Se a minha expectativa é grande, pelo jeito, a responsabilidade também não é pequena.   

 

Que os deuses do teatro estejam conosco! Os poloneses, ao que parece, já estão do nosso lado!  

 

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20 Mai 2012

“Agora e na Hora de Nossa Hora” no Correio Popular

 

O jornal Correio Popular noticiou, na edição de domingo, dia 20 de maio de 2012, a apresentação de “Agora e na Hora de Nossa Hora” na Polônia.   Para ler a matéria na íntegra, clique aqui

 

 

Valem duas pequenas correções ao texto: Eduardo Okamoto não é ator da Boa Companhia – ainda que o espetáculo seja dirigido por Verônica Fabrini, também diretora deste grupo; “Agora e na Hora de Nossa Hora” não foi criado em 2011, mas em 2004.    

 

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19 Mai 2012

35 – “Agora e na Hora de Nossa Hora_18!”

 

Em 18 de maio de 2012, encerramos o projeto “Agora e na Hora de Nossa Hora_18″. A partir de apresentações do espetáculo “Agora e na Hora de Nossa Hora”, registramos os 18 anos da Chacina da Candelária.  Circulação como ato performático. 

 

Esta turnê desenvolveu-se em dois ciclos. O primeiro deles, com 18 apresentações, aconteceu entre outubro e novembro de 2011, no SESC Pompéia, na capital paulista. As sessões foram acompanhadas de 18 postagens, neste blog, debatendo a situação de rua. 

 

O segundo ciclo de 18 sessões, realizado de fevereiro a maio de 2012 com recursos do PROAC – Programa de Ação Cultural do Estado de São Paulo, percorreu 07 cidades do interior paulista. Outras atividades acompanharam a circulação: expográfico sobre o processo criativo; workshops; bate-papo após da primeira sessão em cada cidade; doação de exemplares do livro “Hora de Nossa Hora: o menino de rua e o brinquedo circense ” (Editora Hucitec, 2007), de minha autoria; outras 18 postagens neste blog.

 

Findo o trabalho, já se sente saudades das muitas interações nos caminhos percorridos. Na Escola Livre de Teatro, em Santo André, partilha de modos de pensar/agir no teatro. Além das apresentações, workshop sobre Dramaturgia do Corpo. Lindo começo: impulso alegre!

 

Em Garça, muitos educadores nas apresentações. E, com realização da Secretaria de Cultura de Garça, dois workshops: “Dramaturgia do Corpo”, ministrado por mim; e “Produção Cultural”, ministrado por Daniele Sampaio – produtora do espetáculo.

 

Em Assis, muitos estudantes universitário na platéia. Jovens envolvidos no debate sobre a situação da infância e juventude brasileiras.

 

Em Taboão da Serra, espíritos alimentados pela comovente maneira de viver o teatro do Grupo Clariô, nossos anfitriões. Apresentações e debate para não esquecer da utopia: mudar o mundo, começando por nós mesmos.                    

 

Em São José dos Campos, inseridos na Mostra Joseense de Teatro, um público sabedor de como fruir uma obra. Debate altamente qualificado, troca infinita de experiências!

 

Em Lençóis Paulista, a grata surpresa! Uma cidade que, sendo numericamente pequena (60 mil habitantes), é grande na ambição cultural: mais livros em bibliotecas que moradores no município. Impressionante trabalho da Secretaria de Cultura em fazer do município um lugar fundamental para seus habitantes: espaço de interação e significação do humano. 

 

Em Limeira, a alegria de apresentar na Região Metropolitana de Campinas. Como tem sido raro e difícil apresentar em casa! Em Campinas, por exemplo, não há nenhum teatro público aberto em boas condições. Daí a importância do Teatro Vitória e da sua empenhada equipe na manutenção de uma sala pública na região.

 

Fim. E recomeço. Partimos com uma inquietação: depois de 18 anos da Chacina da Candelária, atingimos a maioridade do debate social? Infelizmente concluímos que não. Ainda abundam casos de violência contra a infância e a juventude. Vivemos uma contradição: apostamos e esperamos o futuro, mas maltratamos aqueles que podem construí-lo.

 

Porém, se não podemos comemorar, depois de tantos caminhos pisados (mais 3.150km!), nosso amadurecimento como povo, podemos celebrar novas amizades. São muito os inquietos. Uma rede deles, cedo ou tarde, há de celebrar o novo!

 

 

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18 Mai 2012

34 – Pixote, a lei do mas fraco

 

Hoje, às 19h e às 21h, no Teatro Vitória, em Limeira, encerramos as 18 apresentações da segunda fase do projeto “Agora e na Hora de Nossa Hora_18″. Financiados pelo PROAC – Programa de Ação Cultural do Estado de São Paulo, teremos registrado os 18 anos da Chacina da Candelária em 18 apresentações do espetáculo “Agora e na Hora de Nossa Hora” pelo interior paulista – o mesmo trabalho teve 18 sessões na capital paulista, no SESC Pompéia, em 2011, como primeira fase do projeto. Mais: teremos realizado, bate-papos, exposição, doações de livro e eu, a cada fase do projeto, publiquei 18 postagens sobre a minha interação com os meninos de rua e os materiais que estimularam a criação do espetáculo.

 

Depois de encerradas as apresentações, publicarei ainda dois textos mais, avaliando as nossas andanças e procurando problematizar a inquietação primordial do projeto:  se é esperado que o cidadão brasileiro, aos 18 anos, responda legalmente por suas ações, demos conta como sociedade de amadurecer um projeto social diverso daquele que assassinou crianças, em 1993?

 

Por ora, uma última influência para a criação da peça: o filme “Pixote, a lei do mais fraco”. Possivelmente este foi um dos meus primeiros contatos com o tema da infância abandonada e com a sua representação poética. O filme literalmente me atormentou e produziu pesadelos, na infância e na adolescência. A cena em que Marília Pêra, como Sueli, amamenta Pixote é indiscutivelmente uma imagem importante para a narração de Pedrinha, personagem de “Agora e na Hora de Nossa Hora”, sobre a sua interação com Felipa, sua “mãe da rua”.  Poesia e crueldade.    

    

 

“Agora e na Hora de Nossa Hora” em Limeira
Teatro Vitória
18 de maio, às 19h e às 21h
Praça Toledo de Barros, s/n  
Informações: (19) 3451.6679 / 3451.2675   

 

 

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17 Mai 2012

33 – Rua com Saída: “A Magia dos Invencíveis”

 

Se, nas últimas postagens, escrevi sobre projetos sociais com meninos e meninas em situação de rua, hoje, apresento brevemente um lindo livro sobre esta população: “A Magia dos Invencíveis”, de Ligia Costa Leite (Editora Vozes, 1991). O trabalho trata da experiência da autora numa ação educacional com estes meninos, numa aventura de implementação de escola especialmente dedicada a eles. 

 

Durante o primeiro mandato de Leonel Brizola como governador do Rio de Janeiro (1983-1987), Darcy Ribeiro planejou e dirigiu a implantação dos Centros Integrados de Ensino Público (CIEP): um projeto pedagógico de assistência em tempo integral a crianças, incluindo atividades recreativas e culturais para além do ensino formal. Um destes CIEPs foi instalado no recém-construído Sambódromo. Durante o ano todo, uma escola funciona onde, nas cinco noites de Carnaval, o Rei Momo faz a sua festa. Ali, as primeiras ações direcionadas aos meninos e meninas de rua.

 

Muitos foram os esforços de implementação do projeto.  Porém, o convívio entre adolescentes que viviam na rua e os aqueles que moravam em casa, frequentando a mesma escola, não foi fácil. Os problemas de instalação do projeto eram muitos, inclusive, com casos de envolvimento sexual de policiais com meninos e meninas de rua.  Assim, o projeto acabou por ganhar a instalação de uma sede própria, criando-se a Escola Tia Ciata.

 

A nova escola chegou a abrigar 500 crianças e adolescentes. Um espaço de aprendizado de todos: dos meninos-aprendizes, claro, mas também de todos os profissionais que ali trabalharam (professores, faxineiros, merendeiros etc.) e do próprio Estado. Uma escola dedicada ao convívio e crescimento coletivo – “uma das coisas mais bonitas deste mundo”, nos dizeres de Darcy Ribeiro.

 

A ação, obviamente, incomodou muito ante o contexto de marasmo do sistema educacional brasileiro. Tal como o conhecemos, afinal, o sistema escolar dedica-se mais a uma certa inserção nos padrões de convívio social já estabelecidos que ao crescimento pessoal do aluno e da sociedade como um todo. Crescimento, não raro, leva à inquietação, ao questionamento, ao rompimento de padrões de conduta que possivelmente interessem a poucos. A transformação deveria ser o pressuposto básico de um país que se pretende um dos grande do mundo – e infelizmente nem sempre é assim. Por fim, Ligia Costa Leite, liderança fundamental na implementação da escola, e a sua equipe acabam afastados do projeto que, enfim, morre.

 

A comovente experiência está descrita em “A Magia dos Invencíveis”, da própria Ligia. Ali, é bonito acompanhar o relato de utopia e ação e os seus embates com uma sociedade conservadora e a politicagem – a mediocridade, enfim.

 

Para saber mais: <http://www.invenciveis.com/>.         

 

“Agora e na Hora de Nossa Hora” em Limeira
Teatro Vitória
18 de maio, às 19h e às 21h
Praça Toledo de Barros, s/n  
Informações: (19) 3451.6679 / 3451.2675  

 

 

“Agora e na Hora de Nossa Hora” em Bytom (Polônia)
Teatromania 2012
Mais informações: http://www.teatromaniafestiwal.pl/ 

 

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